Como manter a postura e o movimento ideal no esporte?

Como manter a postura e o movimento ideal no esporte?

Mantendo a ideia dos 3 pilares para se executar o movimento ideal (bom alinhamento postural, ESTABILIDADE e boa sequência de movimento, nossa sinergia).

Hoje iremos falar sobre a ESTABILIDADE e como a PRESSÃO INTRA ABDOMINAL nos trás um ponto fixo central para que possamos ter uma sinergia adequeda e estabilidade, para obtermos um movimento ideal e prevenir lesões no esporte.

Para começar vou dar um exemplo de um “joão bobo” (brinquedo de criança), para que ele possa se manter “estável” nós precisamos inflá-lo de uma maneira que se mantenha em pé e que em devido momento que iremos empurrá-lo, ele bata de um lado e volte para o centro, sempre se mantendo em pé e “estável”. Se por ventura esse “joão bobo” estiver por inflado, ele perderá sua estabilidade e provavelmente irá cair e não voltará ao centro. Logo ele perdeu sua estabilidade e alinhamento postural. Esse exemplo pode parecer bobo, mas faz sentido se transcrevermos para realidade do nosso tronco (região que chamamos de CORE).

Esta pressão intra abdominal é o resultado da contração de um conjunto de músculos (diafragma, músculos do assoalho pélvico e transverso do abdomên). Tais musculos se contraem e trazem o aumento da PIA, melhorando a estabilidade das vertebras lombares, trazendo extensão do tronco, logo a melhora do alinhamento postura e gerando um ponto fixo para que estruturas articulares proximais e distais possam executar o movimento com a sinergia apropriada (inicio da construção de uma sinergia muscular adequada)

Outro fato é que estas musculaturas devem estar em ativação/contração simultaneamente e não de maneira isolada. Pois pense se um dos pontos estiver solto, teremos áreas “frouxas” e não teremos a estabilidade que buscamos com a pressão intra abdominal adequada.

Apenas lembrando que a contração das musculaturas envolvidas, precisa ser de forma leve e continua. Vamos traduzir em um número tal contração, e manteremos em 10% a 20% da contração máxima que podemos gerar na região. Pois como toda musculatura geramos força e após um período perdemos efetividade na atividade executada, podendo trazer hiperativação ou fadiga destes grupos musculares, sendo assim prejudicial.

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Dr. Neto Ribeiro – Crefito3\ 257794-F
Fisioterapeuta e instrutor de Pilates na WP Pilates & Fisioterapia

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